Café Da Hora

R$20,00

‘Café da Hora’ é a nossa linha de cafés pensados para o dia-a-dia do consumidor consciente. São grãos com preços acessíveis e provenientes de fazendas com boas práticas ambientais e sociais.

Abaixo mais informações sobre o ‘Café Da Hora’.

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SKU: 100 Categoria:
Quantidade:
250 gramas.
  Origem:
Dom Viçoso, MG, Brasil
  Produtor:
Fazenda Boa Vista, de Lívio, Marcelo e Flávio de Carvalho Ferraz
  Altitude:
1200 m
  Variedade:
Catucaí Amarelo
  Processo:
Cereja Descascado (Pulped Natural)
  Perfil Sensorial:
sabores que lembram frutas vermelhas e avelã, dulçor de toffee, acidez cítrica e finalização longa

Intensidade da Torra

FAZENDA BOA VISTA

Imagina se ao tomar uma xícara de café pela manhã você pudesse contribuir para a preservação de nascentes de água e de plantas frutíferas nativas do Brasil. Um sonho, né? Que existe! O café é este aqui, da Fazenda Boa Vista, situada em Dom Viçoso, ali no sul de Minas Gerais. A fazenda foi fundada em 1884 por Custódio Theodoro Ribeiro de Carvalho, e recebeu o nome de Fazenda Boa Vista em razão da vista panorâmica que dali se tem, atingindo a cidade de São Lourenço e chegando até as serras de Caxambu, Baependi, Cruzília e Aiuruoca.

O cultivo do café nas partes mais altas da fazenda se iniciou no ano de 1975, com as variedades Catuaí e Novo Mundo. Desde 1986, a fazenda foi dividida entre os netos do seu Custódio, os irmãos Lívio César, Marcelo e Flávio Carvalho Ferraz, que vêm buscando o aprimoramento das lavouras das variedades Bourbon, Catucaí, Catuaí, Acaiá e Icatu. Além da incessantemente melhoria das técnicas de cultivo e de processamento dos grãos, a Fazenda Boa Vista conta com uma altitude média de 1200m, fator importante para a excelência da bebida em seu preparo final. Pode-se dizer que ali temos o verdadeiro terroir, ou seja, a interação da terra com o clima sob as habilidades humanas.

Como atividade de interesse ambiental, além da preservação de nascentes e da ampliação da vegetação de Mata Atlântica nas margens do ribeirão que percorre as terras da fazenda, está sendo implantada uma reserva de plantas frutíferas nativas do Brasil, sendo a maioria delas de grande raridade e até mesmo ameaçadas de extinção. As mais de duzentas espécies botânicas estão todas devidamente classificadas e catalogadas, a fim de, num futuro próximo, prestarem-se à pesquisa científica e ao aproveitamento culinário.

E a sede da fazenda é bonita, viu? É que como parte do programa de melhoria, foi inaugurada em 2011 a nova casa sede, com projeto arquitetônico de um dos próprios sócios, o arquiteto Marcelo Carvalho Ferraz, titular do escritório Brasil Arquitetura. A “Casa Dom Viçoso” recebeu o prêmio “Melhor da Arquitetura 2012 – categoria casa de campo” e foi largamente publicada em revistas especializadas.

Prêmios em qualidade de café também tem! Ela é tricampeã consecutiva do prêmio EMATER (2017-18-19). Todo o manejo agrícola é realizado por Joaquim Adolfo Pinto Noronha, que é ali de Dom Viçoso mesmo. Sob sua batuta desde 2014, Joaquim aumentou consideravelmente a produtividade do cafezal, passando de colheitas de 46 sacas/ano em 2014 para 1350 sacas/ ano em 2019. Aí, ele se animou e foi estudar fermentações lá na Colômbia, numa viagem patrocinada pela Atlantica, um importante trader mundial de cafés. Os primeiros cafés fermentados devem estar chegando em breve, mas nós já viramos fãs!